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Holismo e Fitoterapia

Holismo e Fitoterapia

A mídia tem noticiado todos os dias diversas matérias relacionadas ao uso das plantas medicinais, pesquisas em Universidades, notícias sobre curas alcançadas através da utilizaçãode ervas, enfim fatos e estatísticas que demonstram como o uso de plantas com fins terapêuticos vem se expandindo em quase todo o mundo.

Embora o uso já esteja enraizado na cultura popular, podemos perceber que a utilização não se dá de uma forma adequada, ou seja, além de existir um fundamento científico é necessário também uma abordagem holística do problema que causou o aparecimento da doença.

A utilização das ervas, tanto quando se faz uso, e ainda mais quando se recomenda o uso, precisa estar alicerçada no conhecimento e na experiência. Não se deve brincar de médico, pois sem querer uma recomendação sem o conhecimento pode levar a uma piora do doente e até levar a morte.A formação de quem recomenda deve ser baseada em todas as fontes disponíveis. A verdade não tem morada exclusiva, e a confirmação de dados de que se dispõe precisa ser buscada sempre. A cada dia novas pesquisas apontam plantas que podem ser utilizadas e também plantas que podem ser tóxicas ao organismo. Muitas bibliografias encontradas em bancas de revistas,são produzidas por pessoas sem nenhuma condição de recomendar a utilização das plantas, algumas publicações nem ao menos tomam o cuidado de consultar um especialista e em conseqüência ocorrem erros grosseiros como a troca do nome científico e a fotografia de uma planta por outra.

Quando uma pessoa opta por um tratamento a base de ervas, deve-se estar consciente da visão holística que lhe acompanha.Isto significa que não se elege uma ou mais plantas em função de um sintoma. Mas significa também que não se abordam os indivíduos de uma mesma maneira.

Assim, recomendações genéricas, quando aplicáveis a determinadas circunstâncias, precisam ser bem analisadas pois, invariavelmente complementações específicas para o indivíduo tratado serão necessárias.Essas complementações são componentes do tratamento e são conseqüentes da natureza do indivíduo e de seu ambiente.

Um exemplo simples dessa abordagem pode ser visto no tratamento de uma infecção que, quase sempre, conduz o indivíduo a um estado febril e, às vezes, de mal-estar generalizado.O sistema imunológico deveria ser reforçado. Além do tratamento adequado ao estado infeccioso daquele paciente, seria indispensável verificar se as condições em que se encontra no momento o impedem de dormir adequadamente; se o fato de estar com aquela infecção o abala a ponto de preocupar-se demasiadamente consigo mesmo ou com o seu trabalho, etc. Grande parte dos problemas de saúde são causados pelo ambiente, ou seja, a condição de vida que a pessoa atravessa naquele momento pode ser o causador do problema. O bom sono é fundamental para o equilíbrio do sistema imunológico e, de acordo com as características daquela pessoa, talvez fosse necessário um complemento no tratamento visando permitir-lhe o repouso e o sono adequados.

Da mesma forma, devem ser analisados os hábitos alimentares do indivíduo e orientados na direção da melhor recomendação para cada caso. Alguns tratamentos praticamente se limitam a corrigir a alimentação. A má alimentação pode ocorrer mesmo em um local onde não exista falta de comida, pois se não existir um balanceamento equilibrado denutrientes, poderá ocorrer um desequilíbrio no organismoo que consequentemente se transformará em doença.

Numa visão bastante simplista e resumida, poder-se-ia dizer que o tratamento fitoterápico deve envolver a análise do indivíduo, de seu ambiente e dos sintomas que apresenta, para que resulte no êxito que lhe é comum, quando devidamente aplicado.